Janelle Wofford acreditava estar com uma simples indigestão quando uma dor no peito começou a se intensificar. A sensação, seguida por desconforto no ombro esquerdo e mandíbula, falta de ar e suor frio, a levou a pedir ajuda à filha e, em seguida, acionar o serviço de emergência, quando até então ela não imaginava que teria uma experiência sobrenatural ao ser diagnosticada como clinicamente morta.
Minutos depois, com os paramédicos já no local, sua visão se apagou diante de um “véu branco e nebuloso”. Era o início de uma parada cardíaca que a deixou clinicamente morta por aproximadamente dois minutos e meio.
Durante esse período, Janelle descreve ter sido transportada para um “lugar de intensa luz”, onde experimentou uma sensação avassaladora de paz, alegria e ausência completa de dor ou medo.
“Era um lugar de consolo, familiar, onde sabia que estavam pessoas que amava”, relatou em entrevista à CBN News. Ela afirma que, em meio a essa experiência, ouviu seu nome sendo chamado, relutou em responder por não querer deixar aquele estado, mas ao atender ao chamado, retornou instantaneamente ao seu corpo, no chão de sua casa, cercada pelos paramédicos.
“Enquanto faço tudo isso, ouço meu nome ser chamado”, diz Janelle, colocando a mão no ouvido. “Eu pensei: ‘Não, obrigado, estou feliz aqui. Eu vou ficar aqui. Estou gostando disso. Eu não vou deixar isso.’ Então ouvi meu nome novamente e pensei: ‘Ah, preciso responder?’ Eu disse: ‘Talvez se eu responder, eles me deixem voltar.’ Então, eu respondi, e no momento em que respondi ao meu nome – no minuto em que respondi ao meu nome, ele desapareceu. Eu estava de volta lá com os paramédicos, não mais no céu”, disse ela.
Os profissionais de emergência informaram-lhe que seu coração havia parado, ficando clinicamente morta por dois minutos, necessitando de manobras de RCP e um choque com desfibrilador para retornar ao ritmo normal.
Após transferência para um hospital, os exames diagnosticaram um pequeno rasgo em uma de suas artérias coronárias. O tratamento medicamentoso foi suficiente e ela recebeu alta após dois dias.
Janelle interpreta a experiência como uma mensagem divina, destinada principalmente a sua filha. “Acredito verdadeiramente que o Senhor me permitiu passar por isso para que ela tenha a garantia de que Jesus é real, Deus é real, o Céu é real”, declarou.
Ela enfatiza que, independente das dificuldades da vida terrena, a fé traz uma certeza inabalável: “Não há nada nesta terra que possa dar uma compreensão de quão maravilhosa e gloriosa são a paz e a alegria lá. O conhecimento de que o Céu está ali, à espera de todos que Nele creem, é simplesmente extraordinário”.








































