O ator Dennis Quaid afirmou que o público tem buscado filmes que inspirem e ofereçam esperança, e disse acreditar que seu próximo trabalho, Eu Só Posso Imaginar 2, atende a essa expectativa.
O filme estreia nos cinemas em 20 de fevereiro nos Estados Unidos. A data de lançamento no Brasil ainda não foi informada. A sequência acompanha o próximo capítulo da vida do cantor Bart Millard, que enfrenta desafios ligados à paternidade e tenta encontrar alegria em meio ao impacto do sucesso.
A trama avança quando o cantor Tim Timmons se junta à turnê, levando otimismo a um grupo que, segundo a descrição do projeto, havia perdido essa disposição. A história é apresentada como baseada em fatos reais e dá continuidade ao longa Eu Só Posso Imaginar, lançado em 2018, ambos produzidos pela Kingdom Story Company.
Quaid participou do primeiro filme como pai de Millard e retorna agora em cenas de flashback. Ele afirmou que existe “uma sede” por esse tipo de produção e disse que também sentiu vontade de interpretar papéis com esse perfil, por considerar que os temas do roteiro se conectam a lutas e acontecimentos da própria vida.
O ator também elogiou o diretor Andy Erwin, destacando que ele aborda questões profundas do cotidiano sem impor o discurso ao público. Quaid afirmou que o diretor trata de assuntos pouco discutidos e que a narrativa toca perguntas internas comuns às pessoas.
John Michael Finley volta ao papel de Millard, enquanto Trace Adkins retorna como empresário da banda. O elenco ainda inclui Milo Ventimiglia, Arielle Kebbel e Sophie Skelton.
Erwin disse que inicialmente era contra a ideia de uma continuação, mas mudou de posição ao conhecer as dificuldades que Millard enfrentou depois da fama. Ele afirmou que o filme explora o que acontece quando o “final feliz” parece se romper e a rotina se torna mais pesada após os aplausos e a euforia. Segundo o diretor, Tim Timmons funciona como um novo personagem que atua como guia espiritual para Bart ao longo da história.
Erwin também declarou que o tema central do filme é a gratidão. Ele explicou que a narrativa acompanha Bart como pai, lidando com as inseguranças de criar um filho e com a percepção de que não se sente preparado para essa função, o que o leva a confrontar lacunas deixadas por sua própria história familiar, de acordo com o CrossWalk.










































