O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua rede social para tecer duras críticas ao atual Papa, Leão XIV, classificando-o como “fraco” e apontando que sua conduta tem prejudicado a Igreja Católica.
Em uma publicação no Truth Social neste domingo, 12, Trump declarou que o pontífice “é fraco no combate ao crime e péssimo em política externa”. A declaração surge em um momento de escalada de tensões no Oriente Médio, onde o Papa havia manifestado proximidade com o “amado povo libanês” e solicitado um cessar-fogo.
A crítica à postura internacional do Papa
Trump expressou sua preferência pelo irmão do Papa e demonstrou descontentamento com a abordagem de Leão XIV em relação a questões geopolíticas. Uma das críticas específicas foi a objeção do Papa à possibilidade do Irã possuir armas nucleares, um ponto que parece incomodar o ex-presidente americano.
Segundo Trump, a atuação internacional do Papa é inadequada, culminando na declaração de que Leão XIV é “péssimo em política externa”. Essa visão sugere uma divergência significativa sobre como a Igreja Católica deve se posicionar em cenários de conflito e instabilidade global.
A influência de Trump na eleição papal
Em uma alegação surpreendente, Trump afirmou que a ascensão de Leão XIV ao pontificado se deu, em grande parte, por sua própria influência como presidente dos Estados Unidos na época. Ele insinuou que a Igreja Católica promoveu a eleição de um papa americano como uma estratégia para lidar com ele.
“Leão deveria ser grato porque, como todos sabem, ele foi uma surpresa chocante. Ele não estava em nenhuma lista para ser Papa e só foi colocado lá pela Igreja porque era americano – e acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump”, declarou o ex-presidente. Ele acrescentou que, sem sua presença na Casa Branca, Leão XIV “não estaria no Vaticano”.
Um apelo por um Papa menos político
Para finalizar suas críticas, Trump fez um apelo direto a Leão XIV, aconselhando-o a “se recompor como Papa”. Ele enfatizou a necessidade de o pontífice “usar o bom senso, parar de agradar a esquerda radical e focar em ser um grande Papa – não um político”.
A visão de Trump é que a atual postura de Leão XIV está não apenas prejudicando sua própria imagem, mas, de forma mais crucial, “prejudicando muito a Igreja Católica”. A declaração reflete uma tensão entre a influência política e a liderança espiritual, com Trump defendendo um papel mais recluso e menos engajado politicamente para o líder máximo da Igreja.
Folha Gospel com informações de Jornal O Sul, Público (PT) e G1














