O projeto Sertão Esportivo está transformando a vida de 1.500 crianças e adolescentes no semiárido nordestino, especificamente na Bahia e no Piauí, utilizando o futebol e as artes marciais como ferramentas de inclusão e disciplina.
Transformação através do esporte
O Sertão Esportivo, uma iniciativa do Instituto Água Viva (IAV), começou em outubro de 2025 e tem previsão de continuidade até outubro de 2027. O projeto foi criado para ocupar o tempo ocioso de jovens em regiões onde a escassez de oportunidades frequentemente leva à criminalidade, alcoolismo e uso de drogas. Atualmente, 450 crianças e adolescentes participam das turmas de artes marciais, enquanto os demais estão distribuídos nas equipes de futebol.
“Quando a criança entende que o time não funciona sem ela, muda tudo”
Impacto social e familiar
Além de promover a prática esportiva, o projeto busca fortalecer os laços familiares, incentivando a aproximação entre pais e filhos. Segundo o gestor do pilar de esportes do IAV, Felipe Abreu, “o esporte não é lazer aqui, é estrutura”. Ele destaca que o esporte ensina paciência, autocontrole e respeito, competências que se refletem na sala de aula e na vida pessoal dos participantes.
“O esporte ensina algo que nenhuma palestra ensina, o corpo aprende a esperar, a respeitar a vez do outro, a lidar com a derrota sem desistir”
—Felipe Abreu
Crescimento e reconhecimento
O projeto tem atraído cada vez mais participantes, com um aumento de 20% na procura pelas turmas femininas. As meninas agora integram tanto as equipes de futebol quanto as de artes marciais. Alguns dos jovens já começam a se destacar em competições regionais, mostrando o potencial transformador do esporte.
1.500jovens beneficiados pelo projeto
Parcerias e apoio
O Sertão Esportivo conta com o apoio de diversas empresas, como Grupo Fortlev, BTG Pactual, Perfilados Rio Doce, Timenow, Extrafruti, Brasil Fibras, Atacado União, Enepol, Euroamerican e RDG Aços do Brasil. Essas parcerias são fundamentais para a continuidade do projeto e para garantir que ele permaneça como uma barreira de proteção para os jovens do semiárido.









































