A Polícia Federal deflagrou a Operação Dirty Dancing em 4 de novembro de 2026, desarticulando uma organização criminosa que recrutava mulheres brasileiras para exploração sexual em Israel. A ação resultou em prisões e bloqueio de bens dos envolvidos.
Detalhes da operação
De acordo com informações do Revista Oeste, a operação foi realizada em Ananindeua, no Pará, e em Goiânia, com o cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão. A Justiça Federal determinou o sequestro de bens e valores dos investigados, totalizando até R$ 10 milhões.
Modus operandi do grupo
As investigações, iniciadas em fevereiro do ano passado, revelaram que a líder da organização utilizava redes sociais e aplicativos de mensagens para recrutar mulheres interessadas em viajar ao exterior. O grupo providenciava o deslocamento e hospedagem das vítimas, enquanto operadores no Brasil divulgavam anúncios em sites especializados e agendavam clientes.
“Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de pessoas, favorecimento da prostituição, rufianismo, promoção de migração irregular e operação ilegal de câmbio”
Consequências legais
Além das prisões, a Justiça determinou a suspensão das atividades de empresas ligadas aos investigados, apreensão de passaportes e monitoramento eletrônico de suspeitos. A principal investigada teve a prisão preventiva decretada.
“Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de pessoas, favorecimento da prostituição, rufianismo, promoção de migração irregular e operação ilegal de câmbio”
—Polícia Federal
Esquema de câmbio clandestino
Segundo a Polícia Federal, os valores obtidos no exterior eram arrecadados em espécie e remetidos ao Brasil por meio de brasileiros residentes fora do país, que atuavam em um esquema clandestino de câmbio.
- Operação realizada em Ananindeua (PA) e Goiânia.
- Sequestro de bens de até R$ 10 milhões.
- Investigação iniciada em fevereiro de 2025.










































