Em ação integrada, órgãos da Prefeitura disponibilizarão unidade móvel estratégica nos circuitos dos blocos
Com a proximidade dos desfiles dos blocos de carnaval, a Prefeitura de Porto Velho intensifica as ações de proteção à mulher em todos os blocos de carnaval. A capital contará neste ano com a “Van do Acolhimento”, uma unidade móvel que servirá de ponto de apoio centralizado para foliãs que sofrerem qualquer tipo de violência ou importunação sexual durante os festejos.
Durante a ação, também será realizada a entrega de materiais informativos de cuidados com a saúde, por meio das equipes de servidores do órgão e também diversas ações em parceria com as secretarias, Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade (Semtran), Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural), Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel) e Governo de Rondônia.
O prefeito Léo Moraes disse que a segurança é prioridade neste carnaval. “O Carnaval de Porto Velho é uma festa da família e do respeito. Com essa unidade móvel e nossas equipes nas ruas, buscamos garantir que a alegria da folia seja acompanhada com proteção”.
A iniciativa faz parte da programação municipal de segurança e saúde para o Carnaval 2026 e funcionará de forma itinerante, acompanhando o fluxo dos foliões em pontos estratégicos como na Avenida Pinheiro Machado e a Avenida Sete de Setembro, durante a passagem dos blocos e nos demais circuitos dos blocos nas zonas leste e sul de Porto Velho.
“Nosso foco é a dignidade da vítima. Teremos equipes prontas para atuar no momento exato da ocorrência, garantindo que a mulher seja acolhida com sigilo, conforto e a autoridade necessária para que o agressor seja responsabilizado”, diz a diretora do departamento de atenção básica, Raphaela Castiel.
Diferente dos postos de saúde convencionais, a unidade móvel tem foco na escuta qualificada e no suporte multidisciplinar. O objetivo é evitar a “peregrinação” da vítima. No mesmo local, a mulher poderá receber acolhimento psicológico e, se necessário, ser encaminhada diretamente via rede de proteção para a Delegacia da Mulher ou para unidades de saúde referência.
Texto: Maximus Vargas
Foto: Júnior Costa
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)








































