A deputada federal eleita Ana Elisa negou a autoria de uma publicação que defendia o fechamento de igrejas, atribuída a ela e compartilhada por Nikolas Ferreira. Ela alega que a postagem é uma montagem e pretende tomar medidas legais.
já virei voto demais com isso aqui https://t.co/ZY44llp4ME
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) October 8, 2026
Alegações de montagem e medidas legais
Em 9 de outubro de 2026, Ana Elisa, eleita pelo PT de Minas Gerais, veio a público negar a autoria de uma publicação polêmica que circulou nas redes sociais. A postagem, que defendia o fechamento de igrejas, foi compartilhada por Nikolas Ferreira, do PL-MG, no dia anterior. Segundo Ana Elisa, a publicação é uma montagem, e ela anunciou que acionará a Justiça Eleitoral e o Ministério Público para investigar o caso.
“Ana nunca o escreveu, ele não existe no histórico de sua conta, e ela jamais defendeu o fechamento de igreja alguma.”
— Equipe de Ana Elisa
Retratação por mensagens antigas
Ana Elisa reconheceu ter escrito mensagens antigas que foram criticadas por intolerância religiosa. Em resposta, ela pediu desculpas, destacando que suas opiniões mudaram desde então. A equipe da deputada explicou que a maioria dessas mensagens foi escrita quando Ana tinha 17 anos e que estão sendo retiradas de contexto. Atualmente, aos 21 anos, Ana Elisa se identifica como católica praticante e defende a liberdade religiosa, o Estado laico e a democracia.
Repercussão e ameaças
Após a repercussão das publicações, Ana Elisa desativou sua conta na plataforma X, alegando ter recebido ameaças de morte e violência sexual. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, ela relatou que as ameaças eram constantes, chegando a ocorrer a cada dois minutos.
“Nós estávamos recebendo ameaça de morte a cada dois minutos. Ameaça de morte e ameaça de estupro.”
Proteção legal e contexto político
A equipe de Ana Elisa criticou o uso de publicações feitas durante a adolescência em disputas políticas, ressaltando que a Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) protegem a dignidade e a imagem de menores de idade. A deputada eleita sustenta que a postagem atribuída a ela em outubro de 2022 foi falsificada, uma acusação que ainda depende de comprovação pericial.








































