O professor de Direito Roberto Beijato, da PUC-SP, denunciou tentativas de intimidação por parte de estudantes após a divulgação de um vídeo sobre vandalismo em uma manifestação em apoio ao presidente Lula, ocorrida no domingo, 11 de outubro.
Denúncia de intimidação
Roberto Beijato, que também atua como assessor do deputado Lucas Pavanato, afirmou que tem sido alvo de intimidações por parte de integrantes do movimento estudantil da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). A reação dos estudantes teria ocorrido após a publicação de um vídeo que mostrava atos de vandalismo na Avenida Paulista durante uma manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Eles estão com raiva pelo resultado das urnas e estão jogando a frustração em mim.”
— Roberto Beijato
Críticas ao ambiente universitário
Beijato criticou a realização de atividades partidárias dentro da universidade, alegando que grupos estudantis utilizam a estrutura da instituição para promover eventos políticos. Ele destacou que nunca usou a universidade para fins políticos e condenou a presença de figuras como o ativista Thiago Ávila, a quem classificou como antissemita.
“Eu nunca usei a estrutura da universidade para ficar militando.”
Medo de retaliação
O professor relatou que muitos alunos têm medo de expressar suas opiniões devido à pressão de grupos estudantis. Segundo ele, os estudantes evitam se manifestar por receio de retaliações, o que compromete a liberdade de expressão dentro do ambiente acadêmico.
Beijato afirmou que recebe mensagens de alunos que se sentem intimidados e que não encontram espaço para expor suas ideias na universidade. Ele defende que o diretório estudantil deveria representar todos os alunos, independentemente de suas posições políticas.
Convocação para mobilização
Em resposta às intimidações, Beijato convocou os estudantes que se sentem intimidados a defender suas convicções e participar de uma mobilização marcada para quarta-feira, às 18 horas, na Rua Maria Antônia. Ele enfatizou que não pretende recuar diante das críticas e encorajou os alunos a se manifestarem.









































