Nesta quarta-feira, 8 de abril de 2026, a reunião da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados foi marcada por um incidente envolvendo um ativista convidado. O homem, identificado como professor em Minas Gerais e filiado ao PSOL, dirigiu insultos à deputada Clarissa Tércio (PP-PE) durante a sessão, remetendo sua atitude ao PL da Misoginia.
De acordo com relatos, o ativista chamou a parlamentar de “feia” e “horrorosa” enquanto filmava as reações dos presentes. Em resposta, o deputado Éder Mauro (PL-PA) deixou seu lugar e se aproximou do militante. No momento de tensão, o parlamentar deu um tapa no celular do homem, que seguia gravando a discussão.
Erika Hilton (PSOL-SP), parlamentar transsexual que defende o PL da Misoginia, também participou da tentativa de conter os ânimos. Segundo Clarissa Tércio, Hilton inicialmente se manteve neutro e, posteriormente, manifestou solidariedade.
Já a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), conforme o relato, tentou defender o integrante do partido e se opôs, num primeiro momento, à sua retirada do local.
Após o episódio, a deputada Clarissa Tércio e outros parlamentares registraram denúncia junto à Polícia Legislativa, que instaurou investigação. Como medida cautelar, foi determinado que o ativista fica proibido de circular nas dependências da Câmara dos Deputados. Com: Pleno News.









