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🛒 Ver OfertaA WNBA e o Atlanta Dream afirmaram que a segurança agiu de forma inadequada ao solicitar que fãs cobrisse camisetas que expressavam oposição a homens identificados como mulheres competindo em esportes femininos. O incidente ocorreu durante um jogo entre Atlanta Dream e Indiana Fever.
O que aconteceu
No domingo, 20 de agosto de 2026, um vídeo postado por Adam Francisco, um influenciador do YouTube, mostrou uma mãe e sua filha que estavam assistindo ao jogo. A mãe relatou que foram instruídas a cobrir suas camisetas da marca XX-XY Athletics, que é conhecida por sua oposição a atletas homens competindo em esportes femininos. Ela disse: “Fomos obrigadas a cobrir nossas camisetas XX-XY durante este jogo”. A mãe também mencionou que receberam camisetas durante a prorrogação e foram informadas que teriam que sair ou cobrir suas camisetas originais.
Reações da WNBA e do Atlanta Dream
Após o incidente, tanto o Atlanta Dream quanto a WNBA emitiram declarações sobre a situação. O Atlanta Dream afirmou que acredita na criação de um ambiente seguro e inclusivo para todos, mas que a segurança da WNBA não atendeu a esse padrão. A equipe esclareceu que em nenhum momento a equipe do Dream esteve envolvida nas decisões tomadas pela segurança da WNBA.
A WNBA também reconheceu a situação, afirmando que está ciente das interações em que os fãs foram solicitados a cobrir suas camisetas e que “isso não deveria ter acontecido”.
Contexto sobre Sophie Cunningham
A mãe e a filha estavam no jogo para apoiar a jogadora Sophie Cunningham, do Indiana Fever, que tem atraído atenção da mídia por suas opiniões sobre a participação de atletas homens em competições femininas. Em uma entrevista à ESPN no mês passado, Cunningham comentou sobre a repercussão negativa que recebeu após retweetar uma postagem que se opunha à participação de Lia (Will) Thomas, um atleta trans, na equipe de natação feminina da Universidade da Pensilvânia. Cunningham disse: “Recebi muito feedback negativo sobre eu odiar trans. E eu estou tipo, ‘nunca disse isso'”. Ela enfatizou que deseja proteger as jovens atletas e que sua posição é de “senso comum”.





































